segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Independência do Brasil


       “Independência do Brasil”
n  As regras do pacto colonial (objetivo das autoridades reais era garantir que as atividades da colônia gerassem lucros para a metrópole.
n   Aumento do controle metropolitano: proibiu-se o comércio da colônia com todos os navios estrangeiros, (decreto de 1661), determinou-se que os navios da colônia só podiam ancorar em portos portugueses (decreto de 1684)
       Estabeleceu-se que os navios estrangeiros permitidos pela Coroa só poderiam vir para a colônia em frotas oficiais (decreto de 1711).
       O aumento da pressão da metrópole aumentou chocou com as dificuldades em Minas em virtude da escassez de ouro e diamante.
       A ERA POMBALINA.
       Instituiu a cobrança do mínimo 100 arrobas anuais de ouro;
       Criou companhias de comercio que tinham o monopólio da navegação e do comercio na colônia.
       Transferiu a capital de Salvador para o Rio de Janeiro;
       A pressão inglesa.
       Resultado: Rebeliões coloniais.
       INCONFIDÊNCIA MINEIRA.
       INCONFIDÊNCIA BAIANA.
       O Brasil se torna sede do reino português.
       Portugal entre duas potências: França de um lado (Napoleão), Inglaterra (dependência econômica).
       1808: vinda da família real portuguesa para o Brasil;
       Abertura dos portos às nações amigas;
       1810: assinatura do Tratado de Comércio e Navegação (concedia tarifas privilegiadas às exportações inglesas).
       1815: O Brasil foi elevado à condição de Reino Unido, deixando de ser oficialmente uma colônia brasileira;
       Inovações na cidade da corte;
       Interiorização da metrópole: o eixo econômico até então centrado em Portugal, transferiu-se para a América.
       A “Independência do Brasil”.
       Um reino sem rei: Portugal;
       Revolução Liberal do Porto (tentativa de recolonização do Brasil);
       A volta de D. João VI a Portugal;
       D. Pedro como príncipe regente;
       Formação do Partido Brasileiro
       Composição: grupo de pessoas eu representavam a elite colonial (aristocracia, comerciantes);
       Destaque para José Bonifácio (articulador da independência);
       Objetivo: oposição às medidas recolonizadoras das elites portuguesas;
       Principais ações
       01/1822 – Dia do Fico;
       05/1822 – assinatura do Decreto – “Cumpra-se” (D. Pedro I como “defensor perpétuo do Brasil);
       06/1822 – Convocação de uma Assembleia Constituinte.
       Finalmente – 07/07/1822 – Independência do Brasil.
       Reflexão!
       Dirigido, pela aristocracia, sem contar com a participação popular, o processo de independência não implicou mudanças na estrutura produtiva sem social brasileira. Significava a libertação das amarras do pacto colonial, mas a dependência econômica estava submetida à permanência dos privilégios ingleses.
       O Primeiro Reinado (1822-1831)
       A consolidação da “independência” não ocorreu inicialmente de forma pacífica;
       Resistência: Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, parte da Bahia, Província Cisplatina (atual Uruguai);
       O reconhecimento internacional: Os EUA foi o primeiro país a reconhecer nossa “independência” (1824);
       1825: Tratado de Paz e Aliança: potências europeias reconheceram nossa “independência”.
       A construção do Estado-Nação
 Assembleia Constituinte de 1823.
* Composta de 90 deputados pertencentes à aristocracia pertencentes à aristocracia, membros da Igreja, juristas;
       Principais decisões
       Monarquia constitucional;
       Sem alterações que afetassem o domínio aristocrático-escravista;
       Soberania do Legislativo (deputados e senadores) -  a quem estavam subordinados tanto o poder Executivo (do imperador) como as Forças Armadas;
       Voto seria censitário ( avaliado segundo a quantidade de terras e escravos).
       Oposição de D. Pedro I
       Dissolveu a Assembleia Constituinte, e nomeou um Conselho de Estado, para ajudá-lo a redigir a carta constitucional.
       Constituição de 1824
       Monarquia hereditária;
       Divisão político-administrativa do território em províncias;
       Separação do poder político em quatro ramos:
       Executivo (imperador e ministros de Estado, responsáveis pela execução das leis);
       Legislativo (Câmara de Deputados e Senado, encarregados da elaboração das leis);
       Moderador (atribuição exclusiva do imperador, que regularia os outros poderes);
       Constitucionalismo mesclado com elementos absolutistas.
       A Confederação do Equador.
       Localização: Pernambuco.
       Movimento que levou a uma ruptura com o governo central e a formação de República independente (Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Piauí).
       Destaque para Frei Caneca.
       O Fim do Primeiro Reinado
       A crise da Província Cisplatina.
       A crise política: impopularidade de D. Pedro I (Noite das Garrafadas).8
       1831: D.Pedro abdicou o trono deixando seu filho Pedro de Alcântara (5 anos).

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